Qual é o seu estilo de apego?
Vinte situações concretas para ver como você reage quando um vínculo fica tenso.
Estes testes também são a sua cara
Sobre este teste
A teoria do apego é um dos poucos quadros sólidos da psicologia das relações. Vem dos trabalhos de John Bowlby e depois de Mary Ainsworth, em meados do século XX, que observaram como crianças muito pequenas reagem à saída e à volta da pessoa que cuida delas. Dessas observações saíram configurações recorrentes: buscar o consolo e aceitá-lo, buscá-lo sem conseguir se acalmar, ou desistir de buscá-lo. Pesquisadores depois estenderam essas categorias às relações amorosas adultas, onde se fala correntemente de estilos seguro, ansioso, evitativo e desorganizado.
Duas ressalvas importam. Primeiro, um estilo de apego não é um traço gravado: descreve uma tendência média num contexto dado, varia conforme a pessoa com quem se está e muda com o tempo e as experiências. Segundo, a maioria das pessoas não é puramente de um tipo: dá para ser globalmente seguro e ficar ansioso com uma pessoa específica. As medidas sérias usadas em pesquisa, aliás, trabalham com duas dimensões contínuas, ansiedade e evitação, em vez de quatro caixinhas.
Este teste, portanto, é o que é: um teste de revista, construído sobre vinte situações de relacionamento bem concretas. Ele não estabelece diagnóstico nenhum, não substitui nenhuma conversa com um profissional e não pretende dizer nada sobre a sua infância. O que ele pode fazer é te dar uma palavra para um hábito que você reconhece, e isso já é uma base para conversar com alguém.
Como funciona
Cada resposta está associada a um dos quatro estilos. O resultado corresponde ao que você escolheu com mais frequência nas vinte situações: é uma tendência dominante, não uma categoria exclusiva, e não é raro ter um segundo estilo quase igualmente carregado.
Este teste é oferecido apenas para entretenimento. Não constitui diagnóstico nem opinião profissional.